sexta-feira, 8 de maio de 2009

Sobre python e paint

Na faculdade estudo programação desde o começo.
No primeiro semestre estudei "Introdução a Ciência da Computação", uma disciplina na qual aprendemos a programar num programinha tão didático que era inútil. Enquanto isso nao aprendi sequer a fazer um fluxograma, conhecimento quase indispensavel para se organizar as partes de um programa.
No segundo começamos a ver uma linguagem de programação de verdade: C. Muuuuuuuuuuito antiga mas ainda usada comercialmente, principalmente devido a sua integração com o Hardware. Mas so aprendi a fazer programas em forma de prompt, ou seja, aquela janela toda preta com um monte de letras na qual o usuário precisa saber tanto quanto o programador. Quano iamos aprender C++ a carga horaria do curso acabou.
Tudo isso serviu pelo menos para eu me interessar. Com o pouquissimo conhecimento que tinha comecei a procurar por outras linguagens.
Fiz um minicurso e me apaixonei por java. Continuei praticando mas varias dificuldades foram aparecendo e eu nao tinha guia (nem material que satisfizesse minhas necessidades). Parei!
Hoje estou no terceiro semestre. Estou aprendendo Assembly, uma linguagem de programação para microcontroladores (minimilipequeniníssimos computadores) em linguagem de maquina, ou seja, escrevo diretamente para controlar as tensões que andam por lá. E depois de tanto procurar encontrei "PYTHON".
Trats-se de uma linguagem facílima, estruturada; muito parecida com Assembly. Encontrei uma linguagem que até a pronuncia lembra a ferramenta de desenho de mais facil utilização: o PAINT.
PYTHON? Pra quem está começando agora eu RECOMENDO.
(Ah! Faltam muitos acentos. Foi de proposito. Isso eh uma critica a reforma ortografica.)

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